A LUA EM NÓS.



Já sabemos q somos influenciadas pela nossa lua interna e pelo ritmo da Lua externa. Observar essa influência é parte do resgate e cura do nosso feminino.

Nosso corpo, mente e espírito estão intrinsecamente conectados com seus ciclos -Quando nos damos conta de qual fase estamos do nosso ciclo menstrual e qual lua está no céu conseguimos aprofundar e consagrar ainda mais essa conexão com a natureza.


Há uma história que escutei, de um homem fogo, sobre as energias da lua. Em uma conversa com os sábios, a própria lua conta que quando está cheia, é a força do serviço, da missão sagrada ou do propósito – e que cada um deve encontrar o seu. Ela ilumina tudo para que possamos ver. Aos poucos, diminui de tamanho. Quando chega à metade, seu nome passa a ser minguante. Traz os caminhos da nutrição, nas relações, no alimento, na água, nos abraços. Ela continua ficando menor e, quando some do céu, os sábios se perguntam: e agora? Eis que ela se manifesta. “Estou aqui, mas vocês não me enxergam”. Seu nome agora é lua nova, trazendo a força da união, um convite para que as pessoas se reúnam com seus próprios corpos e com a natureza. Enfim, começa a crescer de novo, convidando cada um a acessar e praticar o poder de seus sentidos.”


Sugiro observar a relação das luas. A fase lunar pode mostrar os aspectos que precisam ser trabalhados no seu ciclo. Cada mulher vai perceber seus próprios sinais.


Um exercício simples para nos conectar com a energia da Lua, é ficar em estado meditativo olhando para ela por alguns minutos. Chamar esta força para dentro de você, trazer para o seu útero. Pedir que ela te brinde com sua vibração. E receba e observe esta conexão.

Entenda como sente a lua e conduza sua vida e suas relações a partir dessa energia, se conhecendo e se respeitando em cada fase.

O convite é experimentar, conecte com as fases da sua lua interna, tomando consciência do seu corpo e das energias que circulam, e conecte intencionalmente com a Lua Externa.

Vamos juntas criar este banco de sabedoria a partir das nossas experiências e não estereótipos estabelecidos. Compartilhe com a gente, como tem sido suas experiências!

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